A Copa do Mundo (português brasileiro) ou Campeonato Mundial de Futebol/Campeonato do Mundo/Mundial (português europeu) , é um torneio de futebol masculino realizado a cada quatro anos pela FIFA. A primeira edição aconteceu em 1930, no Uruguai, com a vitória da seleção da casa. Nesse primeiro mundial, não havia torneio eliminatório, e os países foram convidados para o torneio. Nos anos de 1942 e 1946, a Copa não ocorreu devido à Segunda Guerra Mundial. O Brasil é o País que possui mais títulos mundiais - cinco (1958,1962,1970,1994 e 2002) - e o único a ter vencido o torneio fora do seu continente. É também o único país a ter participado de todos os Campeonatos. Segue-se a seleção da Itália, tetracampeã (1934,1938,1982 e 2006); a Alemanha, tricampeã (1954,1974 e 1990); os bicampeões Argentina, vencedora em 1978 e 1986; e Uruguai, vencedor em 1930 e em 1950; e, por fim, com um único título, as seleções da Inglaterra, campeã em 1966, e da França, campeã em 1998. A Copa do Mundo é o segundo maior evento desportivo do mundo, ficando atrás apenas dos Jogos Olímpicos de Verão. É realizada a cada quatro anos, tendo sido sediada pela última vez em 2006 na Alemanha, com a Itália como campeã, ficando a França em segundo lugar, o país organizador a Alemanha em terceiro e Portugal em quarto. Em 2010, será na África do Sul e em 2014, o Brasil será o país sede, conforme anúncio da FIFA no dia 30 de outubro de 2007. As últimas três Copas do Mundo tiveram 32 participantes, o que provavelmente será mantido para as próximas Copas.
Ontem tivemos o prazer de assistir ao sorteio das cidades que irão sediar os jogos da Copa do Mundo de 2014. As cidades são: BELO HORIZONTE - MG BRASÍLIA - DF CUIABÁ - MT CURITIBA - PR FORTALEZA - CE MANAUS - AM NATAL - RN PORTO ALEGRE - RS RECIFE - PE RIO DE JANEIRO - RJ SALVADOR - BA SÃO PAULO - SP
Sentimos a falta de algumas cidades, tais como: Belém - PA, Alagoas - SE, Campo Grande - MS, Teresina - PI, Palmas - TO, Goiania - GO e São Luis - MA. São Luis na verdade nem estava na lista de cidades para o sorteio, porque será? Será que é por causa do Maranhão ter o mior índice de pobreza do Brasil? Será porque o Maranhão tem um dos maiores índices de analfabetismo do país? Será porque a nossa infra instrutura é umas piores do Brasil? Saúde, segurança, educação... eita são tantos pontos negativos que temos aqui nesse estado coronelista que dá até vergonha de enumerá-los todos. Já pensou no que a sediação de jogos da Copa resultaria para o Maranhão? Muitos empregos diretos e indiretos, mais turismo, a infra instrutura iria melhorar, os transportes em geral, palafitas desapareceriam, a Lagoa da Jansen deixaria de feder, os buracos nas ruas seria coisa do passado, teríamos mais hospitais... eita, deixa eu acordar porque esse sonho tá bom demais pra ser aqui no Maranhão e esse tipo de sonho é proibido de se ter aqui. Se isso seria bom para o povo, seria ruim para os nossos governantes, então, deixa isso pra la... vou voltar para a minha realidade de ruas esburacadas, filas gigantescas nos hospitais, analfabetismo campeão, podridão dos esgotos a céu aberto e pobresa extrema!
O uso irregular de um imóvel pela Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema) como comitê de campanha de João Castelo durante as eleições do ano passado motivou a ação por ato de improbidade administrativa ajuizada na sexta-feira, 22, pelo Ministério Público do Maranhão (MPMA) contra o coordenador administrativo-financeiro do Projeto Cidade Digital, vinculado à Fapema, Carlos Augusto Andrade. A ação, ajuizada pelos promotores de Justiça de Defesa do Patrimônio Público e da Probidade Administrativa, João Leonardo Sousa Pires Leal (16ª) e Marcos Valentim Pinheiro Paixão (8ª), tramita na 3ª Vara da Fazenda Pública.
Alugado pela Fapema, o imóvel, localizado na avenida dos Franceses, "abrigava" (o grifo é nosso) as instalações do projeto Cidade Digital, também vinculado à secretaria de estado das Cidades, Desenvolvimento Regional Sustentável e Infra-Estrutura (Secid). No segundo turno das eleições de 2008, a Polícia Federal apreendeu no local panfletos e adesivos da campanha de João Castelo, além do livro de ocorrências utilizado por funcionários da Cefor, empresa responsável pela segurança do prédio, para registrar eventos durante o trabalho de vigilância. A operação foi motivada por relatos de que havia intensa movimentação de pessoas e carros de campanha de João Castelo no imóvel. “Intensa movimentação” – As denúncias de uso eleitoral do imóvel alugado pela Fapema para fins públicos foram reforçadas pelo depoimento do oficial de Justiça José Flávio Aranha. Vizinho do imóvel, Aranha afirmou aos promotores de Justiça ter testemunhado diversas vezes a intensa movimentação ocorrida no período que antecedeu as eleições, principalmente quanto à permanência do trio elétrico de Castelo no estacionamento do prédio. O oficial de Justiça também afirmou ter visto inúmeras pessoas saindo do prédio e “abastecendo” o trio elétrico com bandeiras do então candidato. Além dos relatos do oficial de Justiça José Flávio Aranha, as principais provas da utilização irregular do prédio da Fapema em benefício de João Castelo são os registros que constam no livro de ocorrências da Cefor. Nele, estão registradas inúmeras reuniões de campanha ocorridas entre os dias 22 a 26 de outubro do ano passado. Nesse período, pelo menos três vigilantes da Cefor registraram no livro de ocorrências da empresa a presença de um trio elétrico da campanha do atual prefeito no estacionamento do local, bem como o trânsito constante de responsáveis pela campanha de Castelo ao prédio da Fapema, entre eles Alynne Pinheiro Ribeiro Alencar, filha da então secretária titular da Secid, Telma Pinheiro. “Carlos Augusto Andrade era o responsável pela administração do imóvel, na condição de coordenador executivo do projeto, e por isso tinha ou deveria ter pleno conhecimento da movimentação de pessoas ou de todos os fatos que ocorressem naquele espaço”, afirmam os promotores. “Todas as manifestações políticas de campanha que aconteceram lá tiveram anuência do coordenador do projeto Cidade Digital”. De acordo com o MPMA, ao permitir que panfletos, adesivos, carro de som e reuniões políticas de campanha de João Castelo ocorressem na sede do projeto “Cidade Digital”, Carlos Augusto Andrade desrespeitou a norma eleitoral que visa conter o uso da máquina administrativa em favor de qualquer candidatura, prática vedada pela Lei Eleitoral (9.504/97). Caso a ação do MPMA seja julgada procedente, Carlos Augusto Andrade pode ter seus direitos políticos suspensos e ser proibido de contratar ou receber incentivos do Poder Público.“A conduta do coordenador afrontou princípios da administração pública, como impessoalidade, moralidade e legalidade, quando praticou ato proibido em lei, especificamente o artigo 73 da Lei Eleitoral nº 9504/97”, afirmam os promotores na ação. “O coordenador executivo do projeto Cidade Digital também incorreu em ato de improbidade administrativa, conforme definido no artigo 11 da Lei de Improbidade administrativa nº 8.429/92”. Caso a ação do MPMA seja julgada procedente, Carlos Augusto Andrade pode ter seus direitos políticos suspensos e ser proibido de contratar ou receber incentivos do Poder Público.
Minha Opnião
'Esse é um belo exemplo de administração e de confiança na politicagem deste estado miserável ao qual vivo chamado MARANHÃO. As pessoas não tem segurança, saúde, emprego e nem um lar decente pra viver... porque? Porquê vivemos em um estado controlado por coroneis do imperialismo, onde de um lado está a maldita família Sarney e toda a sua corja de abutres sedentos de poder, onde é capaz de fazer qualquer coisa para continuar se alimentando das carniças geradas pela miserável vida que levam seus vassalos maranhenses. Do outro lado está a oposição, que prega a moral e a liberdade do Maranhão mas que vez por outra faz "Merda" Ops, bobagens tão banais que resultam nisso que acabamos de ver nesta noticia deste jornal, um instrumento mediocre de propaganda política dos Sarney'. Me digam, até quando teremos de sofrer nas mãos de pessoas deste nivel de humanidade? Este projeto da Cidade Digital era o que estava faltando neste pobre estado onde as pessoas não defrutam dos seus direitos básicos e fundamentais de acesso à informação de qualidade. Este projeto está formando cabeças pensantes para enfrentarem o monstro do desemprego, do abandono, da fome e da integração social... Mas claro que isso não é interessante para os nossos governantes que precisam que seus vassalos continuem ignorantes e sem oportunidades para que continuem sob o seu dominio... Desculpem meu desabafo, estava precisando fazer isso a muito tempo! Viva a nossa constituição que nos garante o direito de livre pensamento! .... será? o.O Fonte da matéria: O imparcial e iMirante
À algumas semanas assisti novamente a trilogia do De Volta para o Futuro, e é interessante ver como as cabeças dos anos 80 achavam que ia ser o início do século 21.
1. Hoverboards: Lembra daquele skate flutuante que o McFly usava no futuro? Pois é. Ainda não existe tecnologia capaz de fazer isso. E, se nos próximos anos descobrirem algo que viabilize o skate, em 2015 nós ainda não poderemos desfrutar do brinquedo.
2. Rainha Diana: No jornal USA Today que aparece no filme, há duas menções para a Princesa Diana com o título de Rainha. O problema é que Lady Di morreu em 1997, em um acidente de carro, quando já estava separada do Príncipe Charles. Além disso, mesmo que ela estivesse viva e casada, possivelmente a Rainha Elizabeth ainda estará viva em 2015, quando completará 89 anos.
3. Cabines telefônicas: “De Volta para o Futuro 2” não previu a explosão dos telefones celulares. A família McFly só utiliza o telefone residencial, e em certo momento do filme Marty Jr. aparece em uma cabine telefônica. As mentes por trás do filme não tinham nem idéia de que no futuro nós teríamos telefones pessoais, móveis, que estariam permanentemente conosco.
4. Hidratador de comida: Ficção científica sempre foi meio obcecada por comida compacta, seja ela em pílulas, suplementos estranhos ou, como nesse caso, comidas bem pequenininhas que entram em uma máquina e, pimba!, são descompactadas, voltando ao tamanho normal. Na vida real, isso não está nem perto de acontecer.
5. Todas as informações nas impressões digitais: No filme, Biff paga um taxi apenas pressionando sua impressão digital sobre uma máquina, como se existisse um sistema unificado que a reconhecesse e depositasse automaticamente o dinheiro dele na conta do taxista, e a polícia leva a jovem Jennifer para sua casa (do futuro) usando a sua impressão digital.
6. Discos a laser: Quando Marty e o doutor jogam o corpo de Jennifer em um beco, eles o fazem sobre várias pilhas de discos a laser e alguns poucos CDs. Não fica claro se são discos jogados fora ou se estão preparados para ser enviados por correio. O que está claro é que hoje nem existe mais disco, e em 2015 até mesmo os CDs se tornarão obsoletos. O negócio agora é MP3. Até mesmo os filmes em DVD, com a TV Digital, TiVo e tudo o mais, poderão deixar de existir.
7. O Cubs ganha o campeonato mundial: O Chicago Cubs é um time profissional de baseball que ganhou a Liga Nacional pela última vez em 1945. Obviamente, não há mais tempo pra que eles dêem uma reviravolta e ganhem o campeonato mundial em 2015. Além disso, alguém menciona no filme que estão pagando 100 pra 1 a quem apostar no Cubs, e justamente por causa do filme muitas pessoas começaram a apostar no time, o que fez a proporção cair para 4 pra 1.
8. Pessoas se exercitando enquanto comem: Enquanto Marty está no Cafe ‘80s, algumas pessoas comem e se exercitam simultaneamente. Nos anos 80 elas realmente gostavam de se exercitar, mas dos anos 2000 pra cá, as pessoas não se sentam para comer, as pessoas ficam sentadas o tempo todo e aproveitam para comer.
9. A indústria de jornais: No filme, eles imaginaram que nós não receberíamos os jornais da mesma forma que recebíamos antes, mas ainda assim nos viram lendo jornais. E é aí que mora o problema. Com a direção que a indústria de jornais está tomando e com as pessoas cada vez mais inclinadas a buscar notícias em outras fontes, as chances de que ainda existam grandes jornais em 2015 estão cada vez menores.
10. Roupas: Pois é. Em 2015 nossas roupas não vão ser brilhosas, cheias de neon, não vão se lavar sozinhas, as mangas das jaquetas não vão auto-encolher para nos caber direito, os nossos sapatos não vão se amarrar sozinhos e homens de negócios não vão usar duas gravatas. Erro feio.
11. Carros voadores por toda parte: Já existem protótipos de carros voadores, mas nós não estamos nem perto de alcançar a época em que eles estarão em todos os lugares.
Mas “De Volta para o Futuro 2″ também acertou algumas coisas! Aguarde e verás.
O CorelDRAW é soda! Isso, porque ele não tem enrolação igual o Word!! Quando o corretor ortográfico do Word acha alguma palavra errada ou estranha, ele dar várias palavrinhas cultas e tal… O Corel não!!!! Ele é curto e grosso mesmo hauhauh!! Veja melhor clicando na Imagem para amplia-la!
O Windows 7 está cada dia mais próximo de se tornar uma realidade marcante na história da informática. No dia 5 de maio, foi disponibilizado pela querida Microsoft (eita puxa saco) o download da versão RC (Release Candidate) para o público aberto.
Em janeiro de 2009, a Microsoft lançou uma versão Beta desse sistema. Justamente por ser Beta, ela ainda exibia falhas e erros primários. Ao que tudo indica, tudo ou quase tudo de errado foi consertado e, a partir de hoje, o Windows 7 dá as caras como um sistema leve, eficiente e com quase nenhum erro do seu antecessor, o Vista.
AS NOVIDADES
Em um primeiro instante tudo pode parecer idêntico ao Windows Vista (com as janelas e barras translúcidas ou os gadgets da barra lateral à direita), mas as semelhanças acabam assim que você abre algum aplicativo.
Eles agora são mostrados na forma de botões, sem as descrições em texto ao lado (mas, é claro, você pode voltar ao padrão anterior se assim desejar), o que auxilia na operação por toques em computadores com telas sensíveis a ele. É sob estes mesmos ícones que todas as janelas dos aplicativos abertas são agrupadas, sendo identificadas por marcações em relevo logo ao lado.
Com marcações tão pequenas, como selecionar exatamente a janela desejada? Muito simples, arraste seu mouse sobre o programa desejado para abrir a visualização em miniaturas. Agora elas estão maiores e mais funcionais, permitindo seleções dinâmicas (que mudam com uma simples passada do ponteiro do mouse) e inclusive que você feche o que não é mais necessário sem ter que maximizar o conteúdo.
Dependendo dos aplicativos em uso, eles também são agrupados lado a lado na própria barra (com uma pequena separação), para que você possa alternar entre eles sem qualquer dificuldade.
Caminho direto para os programas
Agora você pode inserir seus programas ao lado do botão iniciar sem a necessidade de separações para ícones de inicialização rápida. Basta arrastar o ícone do programa desejado (ou um atalho para ele) até a barra para fixá-lo nela. Mesmo que o programa não esteja rodando, ele será mostrado continuamente, podendo ser aberto instantaneamente com apenas um clique.
De modo a tornar o acesso ainda mais ágil, clicando com o botão direito sobre os programas que estão na barra de tarefas você abrirá as chamadas “Jump Lists”. Estas listas rápidas contêm diversas áreas dos programas — tais como configurações, páginas de documentos, opções específicas e arquivos abertos recentemente — para que você chegue direto ao ponto, economizando cliques e tempo.
Uma espiada no seu Desktop
Se você precisar conferir algum dado ou arquivo que está localizado na sua área de trabalho, debaixo de uma pilha de janelas, saiba que agora não é mais necessário minimizá-las. O recurso é chamado de Aero Peek e torna tudo que está na tela translúcido, permitindo que você veja tudo que está por baixo.
Basta levar seu mouse até o lado direito da barra de tarefas, sobre um pequeno botão para ativar seu funcionamento. Se for necessário, clique sobre este botão para minimizar todo o conteúdo que estiver no caminho e, para restaurar tudo ao estado anterior, repita a operação.
Comparação lado a lado
Continuando com os novos recursos de visualização de conteúdo do Windows 7, temos também o modo de comparação entre duas janelas, afinal, quem é que nunca quis avaliar bem suas compras antes de finalizá-las, ou ainda comparar o antes e depois de uma edição de imagem ou vídeo?
Para deixar duas janelas lado a lado, separadas exatamente no centro da tela, arraste uma delas em direção ao canto superior esquerdo e outra para o canto superior direito. Voilà!
Redes e compartilhamento sem complicações
Quem nunca se bateu tentando montar uma rede em casa, não é mesmo? E é justamente aí que está outra promessa do novo sistema da Microsoft. O Windows 7 é capaz de reconhecer automaticamente todos os dispositivos que estão conectados — ou ao alcance — ao seu computador através de cabos ou por meio de redes sem fio (Wi-Fi).
Uma vez reconhecidos, eles podem ser abertos como se fossem outros discos rígidos para a visualização de arquivos (dependendo das configurações de compartilhamento selecionadas para cada máquina) ou também como centrais de multimídia, conforme foi demonstrado durante a CES.
Ao executar o Windows Media Player, por exemplo, você pode escolher entre abrir uma música que está no seu laptop e tocá-la no seu computador, ou ainda mandá-la para outro aparelho, como um Xbox 360, sem a necessidade de fios e sem complicações. Todo o processo é instantâneo e automatizado.
Solução imediata e automática de problemas
Pode parecer mentira, mas a detecção automática de problemas no sistema e a busca automatizada de drivers para dispositivos não reconhecidos passou por uma remodelagem completa e agora funciona pra valer!
Basta seguir os passos descritos na tela e aguardar alguns instantes. Lógico, não é com tudo que a busca vai funcionar, mas para a grande maioria de placas e dispositivos o resultado é surpreendente.
Comandos por toque: um futuro inevitável
A onda começou com os primeiros Pocket PCs, ganhou muita força com os iPhones e iPods Touch (os portáteis da Apple, que contam com suporte completo para a tecnologia, reconhecendo inclusive múltiplos toques simultaneamente) e ultimamente aterrissou nos laptops, principalmente da marca HP.
Os comandos por toque são parte do futuro, garantindo um nível de interatividade ainda maior com conteúdos e aplicativos.
É justamente por isso que agora o Windows já oferece suporte nativo à tecnologia, contando com os recursos necessários para a sua operação e também aplicativos especiais, como o Surface Globe, um mapa similar ao Google Maps controlado apenas com gestos e com suporte a rotação e zoom em tempo real.
Torne suas conversas mais divertidas
Para os fãs de bate-papos e conversas por MSN, a Microsoft preparou uma surpresa. Na versão do Windows Live Messenger que acompanha o Windows 7 Beta, você pode gravar pequenos vídeos com sua webcam e utilizá-los como imagem de exibição, dando um toque muito mais personalizado às suas conversas.
Além disso, os emoticons (as expressões em forma de desenho) podem ser atrelados à sua imagem, isto é, a cada vez que você mandar um sorriso ou uma cara de choro para alguém pela janela de conversação, por exemplo, a sua exibição imediatamente mudará para uma correspondente.
Obviamente, para que tudo funcione, é necessário que você registre as fotos manualmente. Ao menos o processo é bem simples.
Muito, mas muito mais veloz
De todas as novidades, talvez a que mais agrade aos usuários é a redução do número de serviços que é carregado na inicialização do sistema. Abrindo apenas o necessário para o seu funcionamento, o Windows torna-se mais leve tanto em termos de consumo de memória quanto de processamento.
O resultado é um desempenho muito superior em todos os momentos, seja para abrir programas e janelas ou para carregar arquivos, aceitável até mesmo em máquinas não tão robustas, carregando sem dificuldades a interface Aero Glass.
Sem os mesmos incômodos
Uma das principais reclamações entre aqueles que optaram por utilizar o Windows Vista nos últimos anos foi relativa à constante presença das caixas de confirmação para a movimentação de dados entre pastas, para a instalação de programas e também para o acesso a certas configurações de sistema.
Esta infra-estrutura de segurança, chamada de UAC (User Account Control), apesar de visar reduzir os riscos no acesso dos aplicativos — prevenindo desta forma que malwares e outros arquivos potencialmente perigosos ganhem entrada livre ao núcleo do sistema operacional — torna-se irritante com o tempo.
No Windows 7, o UAC está presente para tentar manter a integridade do seu computador, mas de forma mais sutil. Ao contrário do que foi visto com seu antecessor, no Windows 7 poucas são as vezes em que você se deparará com os alertas e telas escurecidas.
Mais perto da perfeição
Infelizmente, nada é perfeito. Se tudo parecia bom demais para ser verdade, saiba que existem algumas inconsistências no Windows 7. Essas inconsistências ficaram escancaradas na versão Beta, mas agora elas estão drasticamente reduzidas.
Nem todos os programas se comportam bem no novo ambiente da Microsoft, o que resulta em travas gerais de sistema ou ainda parciais, fechando o aplicativo imediatamente. No entanto, a Microsoft já anunciou que a versão Ultimate do Windows 7 vai contar com o XP Mode, uma plataforma virtual para a execução de programas do Windows XP sem problemas de compatibilidade.
De qualquer maneira, o salto que o Windows 7 deu desde janeiro é gritante. É surpreendente ver que um sistema com lançamento previsto apenas para daqui a alguns meses já é tão sólido e bem acabado.
Limitações
A versão RC do Windows 7 vai ficar disponível até o mês de julho, pelomenos. O número de downloads e números de série são ilimitados.Essa versão pode ser utilizada até o 1º de junho de 2010. Mas atente: apartir do dia 1º de março, seu computador será desligado de duas em duas horas em função de ser uma versão RC.
Como baixar
Após clicar em "Clique para baixar", você será direcionado à página de download do Windows 7. Mas tenha calma, é necessário seguir alguns passos para começar o download. Vá até a parte de baixo da página. Para começar, você deve escolher o tipo do seu sistema: 32-bit (x86) à esquerda ou 64-bit (x64) à direita. Abaixo da opção correspondente ao seu sistema, escolha o idioma do download. Atualmente, cinco línguas estão disponíveis: alemão, espanhol, francês, inglês e japonês. Clique na seta para prosseguir.
Para dar sequência ao download, é necessário fazer o login com sua Live ID - ou seja, seu email do Hotmail ou MSN. Caso você ainda não tenha esse login, aproveite para criar o seu, clicando em "Sign up now".
Depois de logar com sua Live ID, um cadastro é exibido. Nele você deve, obrigatoriamente, informar nome completo, um endereço de email válido, localidade, tipo de usuário (estudante, entusiasta, profissional da informática, etc) e qual versão do Windows você utiliza atualmente.
Opcionalmente, você pode escolher receber duas newsletters com assuntos sempre ligados às novidades do mundo virtual. Também é possível permitir que a Microsoft envie novidades para o seu endereço de email. Clique em "Continue" para continuar.
Você deverá receber um email para a verificação do endereço que você forneceu. Basta abrir esta mensagem e clicar no link enviado. Uma nova página será aberta, confirmando a verificação do email. Clique em "Continue" para prosseguir.
Na página exibida, atente para o número de série fornecido. Ele deverá ser utilizado para validar sua cópia do Windows 7. Anote este número em algum papel ou imprima-o para poder instalar o Windows. Clique em "Download Now" para começar.
Atente que o gerenciador de download é próprio do site da Microsoft. Lembre-se de liberar o componente para que ele seja executado. Pronto, o Windows 7 já está a caminho do seu computador. e O MELHOR DE TUDO...SEM CRACK E SEM PIRATARIA!!!
APROVEITEM! EU JÁ BAIXEI E ESTOU USANDO...É SHOW!!!!!
Créditos do texto e das imagens: Marcos Caldas - http://www.hqmarcos.com/blog/
“E de repente percebi que minha jornada havia perdido as cores”.
Esse não é o lamento de um pintor desiludido com a vida, por saber que seu trabalho não é mais aquele de dias passados quando a vida saltava de suas telas. Pode parecer bobagem, mas essa frase é a síntese do que eu sentia ao assistir, repetidas vezes durante esses anos que me entendo por gente, aos filmes da série Jornada nas Estrelas. Eu como a maioria dos fans da série original, tenho meu filme preferido, mas qualquer filme da série por pior que seja, vale a pena ser visto e revisto. É como quando pegamos o caminho mais longo só por saber que ele nos proporciona a oportunidade de ver o mar, ou um belo por do sol. O roteiro é ruim, o vilão não tem motivação, o diretor não fez o dever de casa, mas é Jornada nas Estrelas.
Eu estudava no período da tarde e sempre que chegava da escola a primeira coisa que via era meus três irmãos mais velhos, sentados ao chão em frente a nossa pequena TV preto e branco de 14 polegadas, hipnotizados pelas aventuras espaciais da nave estelar Enterprise e sua audaciosa tripulação. Pouco tempo depois, as vacas engordaram e pudemos comprar uma TV colorida, o azul, o amarelo e o vermelho eram as cores dominantes na telinha.
No tempo em que se anunciava “o filme que deu origem a série” era “a única série que deu origem a um longa metragem” a chamada que nos fazia ficar de olho até nos comerciais. E a série criada por Gene Roddenberrynos fascinava como nenhuma outra forma de entretenimento poderia fazer. Finalmente assistir ao primeiro filme, Star Trek: The Motion Picture, dirigido pelo já falecido Robert Wise (O dia em que aterra parou, O Enigama de Andrômeda), foi uma experiência fabulosa. Trilha sonora maravilhosa, uma Enterprise novinha, linda, produzida com o melhor que a tecnologia dos efeitos especiais da época poderia fornecer, Klingons como Klingons deveriam ser, uma história fascinante, todos os personagens reunidos, as cores… bem, as cores não estavam lá. Era tudo meio pastel, mas ainda assim era Jornada nas Estrelas.
O segundo filme intitulado A Ira de Khan nos trouxe de volta um dos melhores personagens da série, com um roterio magistral, onde dois inimigos mortais se enfrentam sem jamais se encontrar fisicamente. Mas ficou tudo mudou, todos os uniformes eram vermelhos, e os caras de vermelho sempre batiam as botas. A ponte de comando ganhou um aspecto mais militar e austero, como um submarino espacial. Era Jornada nas Estrelas, mas era diferente. Não se tratava da série da TV na tela grande. Nos filmes seguintes, as preferências de um diretor após outro foram se sobrepondo a visão original de seu criador. As coisas mudaram um pouco quando o 6º filme da franquia, Star Trek: Generations foi lançado. Ele era baseado em Star Trek: The Next Generation, série de 1987, que havia trazido de volta as cores aos uniformes, ainda que de maneira meio louca, já que o capitão da nave usava o vermelho dos “Gonzales” que agora usavam o amarelo. Era Jornada nas Estrelas, mas com outra tripulação algumas décadas no futuro. E assim seguimos nossas vidas, indo aos cinemas e assistindo na TV as séries que seguiriam, por mais que estas, se afastassem do original
Dude, we are no more lost!
Quando foi divulgado que a tarefa de fazer o novo filme de Jornada nas Estrelas caberia a JJ “Lost” Abrams, a euforia tomou lugar do saudosismo. Afinal, a mente por trás de uma das melhores séries de TV de todos os tempos, no mínimo faria algo melhor que o último longa da franquia, Nêmesis. No rolar das águas o que eu achava se tratar de mais um capítulo da mesma novela, se mostrou uma inédita oportunidade de ver o universo, a nave, e tripulação da série original, como realmente deveria ser, no cinema.
Entre as especulações e boatos, crescia o medo que que tudo fosse uma terrível ilusão. Durante meses sem notícias oficiais o que restava era o vazio de ter de se contentar com uma foto desfocada de um ou outro elemento do set de filmagem.
Eis que vemos SPOCK. Puts! eu pensei. Era isso que todos queríamos, mas não encontrávamos coragem para aceitar, Kirk e sua tripulação ainda em plena forma, prontos para desbravar o inexplorado e fazer o primeiro contato com novas e peculiares formas de vida.
Em cores vivas
Foi em meio a toda essa enxurrada de novas imagens divulgadas na rede que me dei conta de que as coisas finalmente entrariam nos eixos. O azul, o amarelo, e o vermelho figuravam entre as muitas outras cores da palheta. A essa altura nem me importava se história a ser contada me agradaria ou não, afinal aquela era a boa e velha Jornada nas Estrelas.
Em meio a declarações condenadas por fans do mundo inteiro em foruns e sites na internet, renegando o que já havia sido feito para o cinema, surge um trailer recheado de frenéticas cenas de ação e que pregava “este não é o Star Trek de seus pais”. Que audácia! que blasfémia… que… que verdade.
Que trekker nunca sonhou em ver a tripulação com seus uniformes originais em um filme com efeitos de primeira linha? Que trekker nunca imaginou a NCC-1701 na tela grande do cinema? Está tudo lá, em sons, cores e BONES. Do início ao fim da projeção um deleite visual, um amálgama da polidez e elegância do futuro utópico imaginado por seu criador com a ficção científica do verossímel, onde naves parecem montes de sucatas com passarelas e corredores escuros e inexpressivos. O teletransporte nunca esteve melhor, a trilha sonora é diferente e também é única como foi no passado. O que vemos na tela é original. Kirk, Spock, MacCoy, Uhura, Scott, Sulu, Checov, em todas as suas facetas, o que fez da série original, única.
A dualidade de Spock, a turrice de MacCoy, a liderança, canastrice e até as pernas cruzadas na cadeira de comando de Kirk, marcam forte presença neste novo filme, que em seu roteiro aborda a viagem no tempo e universos paralelos, temas já explorados na franquia, mas nunca antes de forma tão dramática, extrema e determinante.
Em sua genealidade, JJ Abrams, nos apresenta o novo, sem esquecer o que já havia sido feito, nos propiciando o melhor de dois mundos.Todas as homenagens, citações, easter eggs (que não são poucos), e o desfecho com o clássico tema de abertura da série na voz de Leonard Nimoy, mas uma vez como em A Ira de Khan, é um presente aos fans, certificando que aquela é a primeira vez que a série original realmente ganha as dimensões da tela do cinema.
Salve salve galerinha leitora do JASPION TRECOS, andei uns dias ai sem postar nada, culpa da minha vida muito corrida...rssss(eita desculpa esfarrapada!). Bom, mas estou aqui para mais um post e dessa vez, sobre TOKUSATSU. Boa leitura!
O termo tokusatsu vem de "tokushu kouka satsuei", que significa "filme de efeitos especiais". Ao longo dos anos, tokusatsu se tornou uma definição para um gênero de produções live-action japonesas (séries de ação com atores reais), e ganhou vários tipos de categorias, definidas pelo tipo de herói que o representa. Porém, nem toda produção live-action japonesa é chamada de tokusatsu. As séries tokusatsu no Japão são feitas para todas as idades, algumas mais infantis outras mais adultas, mas todas trazendo mensagens de justiça, amizade, respeito, bondade e coragem.
No Brasil Por aqui nós conhecemos muito bem essas séries. Tivemos séries que fizeram muito sucesso como National Kid, Ultraman, UltraSeven, Spectreman e os filmes de Godzilla. Mas sem sombra de duvidas o auge deste gênero aqui no nosso país foi nos anos 80, que nos trouxe dois dos maiores ícones da cultura pop Brasileira, Jaspion e Changeman. Graças a essas séries aconteceu uma grande "explosão" de lançamentos de tokusatsu no Brasil, como Jiraiya, Black Kamen Rider, Cybercops, Lion Man, Jiban, Winspector e os policiais do espaço, Gavan, Sharivan e Shaider. As principais produtoras destas séries no Japão são: Toei Company, que é responsável pelas categorias mais famosas de tokusatsu como super sentai, metal hero e kamen rider. A Tsuburaya dona de toda a família Ultra. E a Toho, que é a responsável pelos filmes de Godzilla e séries como Cybercops. Hoje existem algumas produtoras mais novas como a Shochiku produtora da série Ryukendo.
No resto do mundo
As séries tokusatsu fazem sucesso por tudo o mundo, França, Portugal entre outros paises. Em 1992, o empresário Haim Saban que já conhecia o sucesso destas séries pelo mundo, e havia tentando emplacar algumas delas nos EUA, sem muito sucesso, criou a Saban Enterteinament ao lado de Shuky Levi e compraram os direitos da série super sentai do ano ZyuRanger.
Assim nasciam os Power Rangers
Até hoje sai um sentai no Japão no ano seguinte é lançado uma série Power Ranger, onde eles aproveitam o visual das séries, as cenas de ação e tudo mais e trocam as cenas do atores nipônicos por atores norte americanos. Não foi apenas o gênero sentai que sofreu estas "multilações", o gênero kamen rider (Black Kamen Rider) e metal hero (Jaspion) também ganharam suas versões americanizadas como VR Troopers, que utilizou as séries Metalder, Spielvan e Shaider como base, e Masked Rider que utilizou a série Kamen Rider Black RX, todas de grande sucesso aqui no Brasil e outros países. Existem também algumas outras séries que foram usadas para serem adaptadas em versões americanas, tais como Jyuukou B-Fighter (Beetleborgs) e Denkou Choujin Gridman (Super Human Samurai).
Ainda bem que eles desistiram de usar outros gêneros da Toei para fazer versões americanas. Já pensou se VR Troopers fizesse o mesmo sucesso que Power Rangers fez no mundo? Nem preciso falar qual outra série amada pela nação do futebol iria ser usada né!? Hoje por mais que sejam odiados por alguns fãs, estas séries fazem muito sucesso no Brasil e nos resto do mundo, inclusive no Japão! E sim, fazem parte do gênero tokusatsu, para esta categoria nós deixamos o nome de "Mutilações" (rs). Lembrando que as empresas japonesas também lucram com estes tipos de série, e que fica restrito apenas ao Japão ver as versões originais das séries com os direitos comprados por empresas americanas. Hoje graças a internet podemos assistir as séries dos nossos heróis favoritos.
O Tokusatsu é divido nas seguintes categorias:
Super sentai (Super equipe ou super esquadrão): Equipes com 5 (ou mais) integrantes, sendo um de cada cor, sempre liderados por um integrante vermelho. Costumam ter veículos que se transformam em um robô gigante. Foi iniciada com Gorenger nos anos 70. No Brasil foram exibidos Google V 1982, Changeman 1985, Flashman 1986 e Maskman 1987.
Metal hero: Heróis com visual metálico, portados com veículos futuristas e espadas-laser. Iniciado em 1982 com a série Gyaban. Dentro desta categoria temos algumas divisões como a Rescue Heroes iniciada com a série Winspector em 1990. No Brasil foram exibidos Gyaban, Sharivan, Shaider, Jaspion, Spielvan, Metalder, Jiraiya, Jiban, Winspector e Solbrain.
Kamen rider (Motoqueiro mascarado): Persongens mutantes em forma de inseto criados por Shotaro Ishinomori (por sinal o criador do gênero super sentai e de inúmeras séries tokusatsu). No Brasil foram exibidos Black Kamen Rider e Kamen Rider Black RX.
Ultraman: Heróis gigantes quem vem de outro planeta e usam seres humanos como hospedeiros. No Brasil foram exibidos Ultraman, Ultraseven, O Retorno de Ultraman e Ultraman Tiga.
Kyodai (Hérois gigantes): Séries com heróis gigantes. No Brasil foram exibidos Vingadores do Espaço, Robô Gigante e Spectreman.
Kaijuu (Montros gigantes): Séries ou filmes que apresentam monstros gigantes como protagonistas. O gênero se inicia em 1954 com o filme Godzilla (originalmente Gojira), o mais famoso de todos os Kaijus. Dentre outros estão Mothra, Gamera e King Kong (Sim! Há uma versão nipônica do famoso gorilão americano.)
Henshin (Transformação): Henshin significa "transformação", esta categoria se encaixa para as séries que não fazem parte de nenhuma categoria citada. No Brasil foram exibidos National Kid, Lionman, Machineman, Bicrossers, Cybercops e Patrine. Hoje também temos inúmeros animês e mangás que ganham suas versões live-action, e algumasdestas produções se encaixam no gênero tokusatsu, nesta categoria, um exemplo é a série live-action de Sailor Moon (vale lembrar que alguns gêneros famosos de tokusatsu começaram no mangá, como os kamenr riders, por exemplo).
Produções fora do Japão
Existem produções tokusatsu fora do Japão também. Podemos destacar trabalhos de fãs como France Five (França), Insector Sun (Brasil), Blast Rangers (Brasil), Defender (Brasil) entre outras.
Em outros paises também existem produtoras que copiam gêneros já famosos dos tokusatsu e criam suas próprias séries como: Erexion (Nipo-Coreana), Sport Ranger (Tailândia), Hannuman (Tailândia), Vectorman (Coréia do Sul), Galact Knight (Coréia do Norte) entre outros.
As séries tokusatsu continuam fazendo sucesso pelo mundo até hoje.